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Provérbios Judaicos

Mais importante do que vigiar os outros é controlar os próprios passo.

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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Chanukah Sameach!

Chanucá ou Hanucá (חנכה ḥănukkāh ou חנוכה ḥănūkkāh) é uma festa judaica, também conhecido como o Festival das luzes. "Chanucá é uma palavra hebraica que significa "dedicação" ou "inauguração". A primeira noite de Chanucá começa após o pôr-do-sol do 24º dia do mês judaico de Kislev e a festa é comemorada por oito dias. Uma vez que na tradição judaica o dia do calendário começa no pôr-do-sol, o Chanucá começa no 25º dia.

História

Por volta do ano de 200 a.C. os judeus viviam como um povo autônomo na terra de Israel, a qual, nessa época, era controlada pelo rei selêucida da Síria. O povo judeu pagava impostos à Síria e aceitava a autoridade dos selêucidas, sendo, em troca, livre para seguir sua própria fé e manter seu modo de vida.
Em 180 a.C. Antíoco IV Epifanes ascendeu ao trono selêucida. Braço remanescente do império grego, encontrou barreiras para sua dominação completa sobre o povo judeu, e o modo mais prático para resolver isso era dominar de vez a região de Israel (mais precisamente a Judéia, ao sul) impondo de maneira firme a cultura da Grécia sobre os judeus, eliminado, assim, aquilo que os unificava em qualquer lugar que estivessem: a Torá. O rei Antíoco ordenou que todos aqueles que estavam sob seu domínio (em específico Israel) abandonassem sua religião e seus costumes. No caso dos judeus, isso não funcionou, ao menos em parte. Muitos judeus, principalmente os mais ricos, aderiram ao helenismo (cultura grega) e ficaram odiados e conhecidos pelos judeus mais pobres como "helenizantes", uma vez que ficavam tentando fazer a cabeça do resto dos judeus para também seguirem a cultura grega. Antíoco queria transformar Jerusalém em uma "pólis" (cidade) grega, e conseguiu.
Em 167 a.C., após acabar com uma revolta dos judeus de Jerusalém, Antíoco ordenou a construção de um altar para Zeus erguido no Templo, fazendo sacrifícios de animais imundos (não kasher) sobre o altar, e proibiu a Torá de ser lida e praticada, sendo morto todo aquele que descumprisse tal ordem.
Na cidade de Modim (sul de Jerusalém), tem início uma ofensiva contra os greco-sírios, liderada por Matatias (Matitiahu) (um sacerdote judeu de família dos Hasmoneus) e seus cinco filhos João, Simão, Eliézer, Jonatas e Judas (Yehudá). Após a morte de Matatias, Yehudá toma à frente da batalha, com um pequeno exército formando em sua maioria por camponeses. Mesmo assim, os judeus lograram vencer o forte exército de Antíoco no ano 164 a.C, e libertaram Jerusalém, purificando o Templo Sagrado. Judas acabou conhecido como Judas Macabeu (Judas, o Martelo).
O festival de Chanucá foi instituído por Judas Macabeu e seus irmãos para celebrar esse evento. (Mac. 1 vers. 59). Após terem recuperado Jerusalém e o Templo, Judá ordenou que o Templo fosse limpo, que um novo altar fosse construído no lugar daquele que havia sido profanado e que novos objetos sagrados fossem feitos. Quando o fogo foi devidamente renovado sobre o altar e as lâmpadas dos candelabros foram acesas, a dedicação do altar foi celebrada por oito dias entre sacrifícios e músicas (Mac. 1 vers. 36).
Até aqui, viu-se a vitória do pequenino exército judeu, esse foi o primeiro milagre. O segundo milagre é mais sobrenatural e deu origem à festa de Chanuká. Após a purificação da Cidade Santa e da Casa de Deus, foi constatado que só havia um jarrinho de azeite puro no Templo com o selo intacto do Cohen Gadol (Sumo Sacerdote) para que as luzes da Menorá fossem acesas, e isso duraria apenas um dia, mas milagrosamente durou oito dias, tempo suficiente para que um novo azeite puro fosse produzido e levado ao templo para o seu devido fim conforme manda a Torá (Ex 27:20-21). A Judéia ficou independente até a chegada do domínio romano em 63 a.C. A festa é realizada no dia 25 de Kislev (cai normalmente em dezembro), data onde o Templo foi reedificado. É uma festa marcada pelo clima familiar e pela grande alegria. Encontramos os fragmentos históricos de Chanuká nos livros "apócrifos" (secretos) de I e II Macabeus e também em escritos talmúdicos. Os acontecimentos de Chanuká serviram para preparar o caminho do Messias. O mandamento principal de Chanuká hoje é o acendimento da Chanukia (Menorá - candelabro - de 9 braços). Oito braços são para lembrar o milagre dos oito dias em que a Menorá ficou acesa com azeite que era para ter durado apenas um dia! O outro braço, que é chamado de "shamash" - servente - é um braço auxiliar para o acendimento das outras velas. Segundo a tradição, somente ele (o shamash) pode ser usado para, se for o caso, iluminar a casa ou para outro fim, sendo que as outras velas só podem servir para o cumprimento do mandamento. A cada noite um nova vela é acrescentada até que se completem as nove. Outras tradições como brincar com o "sevivon" (pião) onde em cada lado dele estão escritas as iniciais da frase "nes gadol hayá sham" (um grande milagre aconteceu lá - em Israel) são válidas, e para quem está em Israel a última palavra da frase é "pó" (aqui). Também há o costume de servir alimentos como sonho com geléia (sufganyot) e panquecas de batata (latkes).
Um grande número de historiadores acreditam que a razão pelos oito dias de comemoração foi que o primeiro Chanucá foi de fato uma tardia comemoração do festival de Sucot, a Festa das Cabanas (Mac. x. 6 e i. 9). Durante a guerra os judeus não puderam celebrar Sucot propriamente. Sucot também dura oito dias, e foi uma festa na qual as lâmpadas tiveram um papel fundamental durante o período do Segundo Templo (Suc.v. 2-4). Luzes também eram acesas nos lares e o nome popular do festival era, portanto, segundo Flávio Josefo ([1] Antiguidades judaicas xii. 7, § 7, #323) o "Festival das Luzes" ("E daquela época até aqui nós celebramos esse festival, e o chamamos de Luzes"). Foi notado que os festivais judaicos estavam ligados à colheita das sete frutas bíblicas na qual Israel ficou famoso. Pessach é a comemoração da colheita da cevada, Shavuot do trigo, Sucot dos figos, tamareiras, romãs e uvas, e Chanucá das olivas. A colheita das olivas é em Novembro e o óleo de oliva ficaria pronto para o Chanucá em Dezembro.

No Talmud

Uma Chanukiá.
O milagre de Chanucá é descrito no Talmud, mas não nos livros dos Macabeus. Esse feriado marca a derrota das forças selêucidas que tentaram proibir Israel de praticar o judaísmo. Judas Macabeu e seus irmãos destruíram forças surpreendentes, e rededicaram o Templo. O festival de oito dias é marcado pelo acendimento de luzes com uma menorá especial, tradicionalmente conhecida entre a maioria dos Sefaradim como chanucá, e entre muitos Sefaradim dos Balcãs e no Hebraico moderno como uma chanukiá.
O Talmud (Shabat 21b) diz que após as forças de ocupação terem sido retiradas do Templo, os Macabeus entraram para derrubar as estátuas pagãs e restaurar o Templo. Eles descobriram que a maioria dos itens ritualísticos havia sido profanada. Eles buscaram óleo de oliva purificado por ritual par acender uma Menorá para rededicar o Templo. Contudo, eles encontraram apenas óleo suficiente para um único dia. Eles acenderam isso, e foram atrás de purificar novo óleo. Milagrosamente, aquela pequena quantidade de óleo queimou ao longo dos oito dias que levou para que houvesse novo óleo pronto. É a razão pela qual os judeus acendem uma vela a cada noite do festival.
No Talmud dois costumes são apresentados. Era comum tanto ter oito lamparinas na primeira noite do festival, e reduzir o número a cada noite sucessiva; ou começar com uma lamparina na primeira noite, aumentando o número até a oitava noite. Os seguidores do Shamai preferiam o costume anterior; os seguidores do Hilel advogavam o segundo (Talmud, tratado Shabat 21b). Josefo acreditava que as luzes eram um símbolo da liberdade obtida pelos judeus no dia em que Chanucá é comemorado.
As fontes talmúdicas (Meg. eodem; Meg. Ta'an. 23; compara as diferentes versões Pes. R. 2) descrevem a origem do festival de oito dias, com seus costumes de iluminar as casas, até o milagre dito ter acontecido na dedicação do Templo purificado. Isso foi que o pequeno vasilhame de óleo puro que os sacerdotes Hasmoneus encontraram intocados quando eles entraram no Templo, tendo estado vedado e escondido. Esse pequeno montante durou por oito dias até que novo óleo pudesse ser preparado para as lamparinas do candelabro sagrado. Uma lenda similar em características, e obviamente mais antigo, é aquele aludido em Mac. 2 1:18 et seq., de acordo com o qual o reacendimento das luzes do fogo do altar por Nehemias foi devido a um milagre que ocorreu no vigésimo quinto dia de Kislev, e no qual parece ter sido dado como a razão para seleção da mesma data para a rededicação do altar por Judas Macabeu.


Cronologia

  • 198 a.C.: Exércitos do Rei Selêucida Antíoco III (Antíoco o Grande) expulsa Ptolomeu V de Judéia e Samária.
  • 175 a.C.: Antíoco IV (Epifanes) ascende ao trono Selêucida.
  • 168 a.C.: Sob o reinado de Antíoco IV, o Templo é destruído, os judeus massacrados e o judaísmo é proibido.
  • 167 a.C.: Antíoco pede um altar para Zeus erguido no Temlo. Matatias e seus cinco filhos, João, Simão, Eliézer, Jonatas e Judas lideram uma rebelião contra Antíoco. Judas se torna conhecido como Judas Macabeu (Judas, o Martelo).
  • 166 a.C.: Matatias morre, e Judá toma seu lugar como líder. O Reino Judaico Hasmoneu começa; Ele duraria até 63 a.C..
  • 165 a.C.: A revolta judaica contra a monarquia selêucida é bem sucedida. O Templo é libertado e rededicado (Chanucá).
  • 142 a.C.: Estabelecimento da Segunda Comunidade Judaica. Os selêucidas reconhecem a autonomia judaica. Os reis selêucidas tem autoridade formal, o que os Hasmoneus reconhecem. Isso inaugura um período de grande expansão geográfica, crescimento populacional, e desenvolvimento religioso, cultural e social.
  • 139 a.C.: O Senado Romano reconhece a autonomia judaica.
  • 130 a.C.: Antíoco VII sitia Jerusalém, mas desiste.
  • 131 a.C.: Antíoco VII morre. Israel se livra do subjugo sírio completamente.
  • 96 a.C.: Começa uma guerra civil de oito anos.
  • 83 a.C.: Consolidação do Reino no território a leste do Rio Jordão.
  • 63 a.C.: O Reino Judaico Hasmoneu chega ao final graças a uma rivalidade entre os irmãos Aristobolus II e Hyrcanus II, sendo que ambos apelam à República Romana para intervir e assegurar o poder em suas mãos. O general romano Gnaeus Pompeius Magnus (Pompeu, o Grande) é despachado para a área. Doze mil judeus são massacrados quando da vinda dos romanos a Jerusalém. os sacerdotes do Templo são abatidos no altar. Roma anexa a Judéia.

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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Alemanha ordena primeira rabina desde 1935

Alemanha ordena primeira
rabina desde 1935
Em cerimônia ocorrida em Berlim, Alina Treiger, de 31 anos, de origem ucraniana, tornou-se a primeira ordenada rabino na Alemanha em 75 anos e a segunda a ocupar este cargo no país. A primeira, também do mundo, foi Regina Jonas, em 1935 - assassinada em Auschwitz em 1944, aos 42 anos. "Enchamos nossos corações de amor. Estejamos unidos no amor pelo bem e pela vontade de impedir a violência e o conflito", afirmou ela durante uma "oração para a Alemanha" pronunciada ao término de sua ordenação. No fim de novembro, ela deve assumir a direção espiritual da comunidade judaica da cidade de Oldenburg. "Hoje as rabinas leem a Torá, dão aulas de religião, oficiam casamentos e funerais e podem fazer parte de tribunais de rabinos", explicou Hartmut Bomhoff, porta voz do Abraham Geiger College de Berlim, onde Treiger estudou. "Agora não há diferenças entre os rabinos homens e mulheres".

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

I GOT TEFILIN

terça-feira, 28 de setembro de 2010

História e Costumes

Sucot (do hebraico סוכות ou סֻכּוֹת sukkōt, cabanas)

SukaA Festa de Sucot, comemorando a proteção envolvente de Elohim aos Filhos de Israel durante sua jornada de 40 anos pelo deserto (1313-1273 AEC), é celebrada durante sete dias, começando na véspera de 15 de Tishrei. Durante estes dias, somos ordenados a “habitar” na sucá – uma cabana de construção temporária, com o teto coberto por vegetação, sem acabamento (galhos, ramos, bambu, etc.) – significando a fragilidade e a vida temporária da habitação humana e do abrigo feito pelo homem, e nossa total dependência da proteção e providência Divina.
Pelo menos um k’zayit (cerca de 28 gramas de pão) deve ser comido na sucá no primeiro dia da Festa, entre o anoitecer e a meia-noite.
Uma bênção especial, é recitada: Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu leshev bassucá.
Bendito és Tu, A-do-nai, nosso Elohim, Rei do Universo, que nos santificou com Seus mandamentos, e nos ordenou morar na sucá.
Para o restante da Festa, todas as refeições devem ser feitas na sucá

As “Quatro Espécies” (6 dias - São transferidas para o Segundo dia de Sucot, já que este primeiro dia é Shabat). A cada dia de Sucot – exceto o Shabat – seguramos o lulav, recitamos uma bênção sobre ele, seguramos o etrog, seguramos as “Quatro Espécies” juntas, e as movemos em todas as direções (direita, esquerda, para cima, para baixo, para frente e para trás). Uma bênção adicional, “Shehecheyánu”, é recitada na primeira vez em que as Quatro Espécies são pegas durante a Festa.
Bênção das quatro espécies - Em direção a Jerusalém, segure o lulav (com hadassim e aravot) na mão direita (a espinha do lulav deve estar a sua frente) e recite a bênção abaixo. Em seguida, pegue o etrog na mão esquerda, mantendo lulav e etrog bem juntos e agitando-os levemente conforme explicado abaixo:

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu al netilat lulav.
Bendito és Tu, A-do-nai, nosso Elohim, Rei do Universo, que nos santificou com Seus mandamentos, e nos ordenou pegar o lulav.
Ao fazer a bênção das "quatro espécies" pela primeira vez, recite a seguinte bênção após a bênção anterior, antes de juntar o etrog com o lulav:

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech haolam, shehecheyánu vekiyemánu vehiguiánu lizman hazê.
Bendito és Tu, A-do-nai, nosso Elohim, Rei do Universo, que nos deu vida, nos manteve e nos fez chegar até a presente época.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Rosh Hashaná

Rosh Hashaná (em hebraico ראש השנה , literalmente "cabeça do ano") é o nome dado ao ano-novo no judaísmo. Dentro da tradição rabínica, o Rosh Hashaná ocorre no primeiro dia do mês de Tishrei, primeiro mês do ano no calendário judaico rabínico e sétimo mês no calendário bíblico.
A Torá refere-se a este dia como o Dia da Aclamação (Yom Teruá Levítico 23:24), pelo que os judeus caraítas seguem esta data mas não o consideram como princípio do ano.
Já a literatura rabínica diz que foi neste dia que Adão e Eva foram criados e neste mesmo dia incorreram em erro ao tomar da árvore da ciência do bem e do mal. Também teria sido neste dia que Caim teria matado seu irmão Abel. Por isto considera-se este dia como Dia de Julgamento (Yom ha-Din) e Dia de Lembrança (Yom ha-Zikkaron), o início de um período de instrospecção e meditação de dez dias ( Yamim Noraim) que culminará no Yom Kipur, um período no qual se crê o Criador julga os homens.
Calendário do ano novo judaico
Ano hebraico Início (depois do entardecer)
5763 6 de setembro de 2002
5764 26 de setembro de 2003
5765 15 de setembro de 2004
5766 3 de setembro de 2005
5767 22 de setembro de 2006
5768 12 de setembro de 2007
5769 29 de setembro de 2008
5770 19 de setembro de 2009
5771 9 de setembro de 2010

Tradições e costumes

A comemoração é efetuada durante os dois primeiros dias de Tishrei conforme o costume pós-exílico para se garantir a comemoração no dia correto nas comunidades da Diáspora.
A celebração começa ao anoitecer na vespéra com o toque do shofar. É costume se comer certos alimentos representativos durante o Rosh Hashaná como maçãs com mel e açúcar para representar um ano doce. Também se come "Rosh shel Dag", cabeça de peixe. Esse alimento incentiva a começar um ano bom com a cabeça, a parte mais alta do corpo. Durante a tarde do primeiro dia se realiza o tashlikh, um costume de recitar-se certas preces e jogar pedras ou pedaços de pão na água como um símbolo da eliminação dos pecados.
Durante os Yamim Noraim muitas orações (selichot) e poemas religiosos ( piyuttim) são entoados junto com as orações normais.

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CA027 - CAMISETA SHANÁ TOVÁ

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sexta-feira, 16 de julho de 2010

Shabat Shalom!

Tenham Todos um Shabat Alegre na Presença do Criador!

Música de Shabat:
Shabat shalom

Shabat shalom, shabat shalom, shabat shalom
Am Ysrael, chai
Od avinu chai
Hevenu shalom alechem
Sha'alu shalom Yerushalaym


Tradução

Sábado de paz,
Sábado de paz, Sábado de paz
O povo de Israel, vive
Ainda nosso pai vive
Trazemos paz para vós
Orai pela paz de Jerusalém


sábado, 10 de julho de 2010

TESHUVÁ SHOPPING VIRTUAL - AGUARDEM!!!

B"H!

Shalom, apartir desta segunda-feira a Loja Teshuvá, estará com um novo site e com o nome novo Teshuvá Shopping virtual, com muitas novidades, promoções, facilidades de compra e navegação, movos produtos nacionais e importados de Israel, tudo para melhor atendê-lo.

Agradecemos a HaShem por cada um de nossos clientes e amigos que tem nos acompanhado com o site até aqui e que continuem daqui pra frente com mais tranquilidade e facilidade em suas compras!


Todá Rabá! (Muito obrigado!)

Equipe Teshuvá Shopping

quarta-feira, 2 de junho de 2010

BRACHÁ - BENÇÃO DO ARREPENDIMENTO E BENÇÃO DA CURA

Olá Pessoal, estaremos postando essa semana alguma bençãos usadas em nosso cotidiano.
Espero que gostem.


*Benção do Arrepedimento
(Brachá Teshuvá)
Hashivênu avinu letoratêcha, vecarvênu malkênu laavodatêcha, vehachazirênnu biteshuvá shelema lefanêcha. Baruch ata A-do-nai, harotse biteshuvá.
Reconduze-nos à Tua lei, ó nosso Pai, retoma-nos ao Teu serviço, ó Rei, e faça com que regressemos com sincero arrependimento para Ti. Bendito sejas Tu, Eterno, que Te comprazes com o arrependimento.
*Benção da Cura 
(Brachá Refuá)
Refaênu A-do-nai venerafê, hoshiênu venivashêa, ki tehilatênu áta, vehaale aruchá urefuá shelema lechol macotênu, ki El mélech rofê neeman verachaman ata. Baruch ata A-do-nai, rofê cholê amo Yisrael.
Cura-nos, Eterno, e seremos curados; socorre-nos e seremos socorridos, pois que Tu és objeto de nossos louvores. Restaura a nossa saúde e concede-nos uma perfeita cura a todas as nossas feridas, pois Tu és D'us, Rei, Médico fiel e misericordioso. Bendito sejas Tu, Eterno, que curas os doentes do Teu povo Israel.

 Um dia de arrependimento e cura para todos!

domingo, 30 de maio de 2010

O Que É Uma B’rachah

Uma b’racha ou berachah é um tipo especial de t’filah (oração) que é muito comum no Judaísmo. As b’rachot são recitadas tanto como parte do serviço de uma sinagoga quanto como uma resposta ou pré-requisito para uma grande variedade de eventos diários. As b’rachot são facilmente reconhecidas: todas elas começam com a palavra Baruch (bendito ou louvado).

As palavras baruch e b’rachah são derivadas da raiz hebraica Beit-Reish-Chaf, que significa ‘joelho’, e que se refere à prática de dobrarmos o joelho ou nos ajoelharmos em reverência. Existem várias situações na liturgia judaica em que este gesto é realizado, a maioria deles é quando uma b’rachah é recitada.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Novidade - Baby Look de Times do Brasil em Hebraico

Confira mais esta novidade do Judaicamisetas!


Provérbios Judaicos

O pecado é doce no começo e amargo no fim

do "Talmude de Jerusalém, Berakhot, 1"

quarta-feira, 19 de maio de 2010

JUDAICAMISETAS - Israel - CAMISETA YERUSHALAIM

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quinta-feira, 13 de maio de 2010

Ladino

O iídiche é um dialeto hebraico dos judeus asquenazes, o Ladino é um dialeto do hebraico dos judeus da Espanha medieval e seus descendentes, os sefarditas atuais. Também conhecido como Judesco, judeu-espanhol, sefaradi, Judezmo, Haquitiya (norte de Marrocos), Dzudio, La'az ou Lo'ez, que começou como uma forma do século 15, o espanhol para que os refugiados da diáspora de 1492 e aditado em hebraico outras línguas. Embora o ladino ainda é falado atualmente por cerca de 160 mil pessoas, é considerado uma lingua "seriamente ameaçada" .
O modelo básico do Ladino é muito antigo do espanhol. No entanto, ele mantém as letras F e G, onde o espanhol usa h, e inclui também
acréscimos do hebraico, aramaico, francês e árabe.
Depois que os judeus foram expulsos da Espanha cristã, em 1492, o ladino adquiriu algumas novas palavras (turco, grego e eslavo) de nações do Império Otomano, onde se estabeleceram.
judeus de Amsterdam tomaram o Ladino através do canal a Inglaterra do século 17, mas poucos judeus do Reino Unido hoje lembro esta lingua.
A Escrita Ladino usa caracteres hebraicos, como fazem a maioria dos judeus vernáculares. Mas ao contrário do hebraico, ladino, muitas vezes emprega consoantes (por vezes três em uma linha!) Para transmitir os sons de vogal estrangeiros espanhol. Por convenção, o ladino foi utilizado para hebraico secular para fins religiosos. Por exemplo, romances sefardita (baladas alegórico) interpreta 'santa' em hebraico, com versos mais versos irreverentes em ladino.
Algumas das maiores obras Ladino com temas religiosos. Coplas de Yoçef ("Canção de José"), composto em 1732 por Abraham de Toledo, embelezada contos bíblicos e incluído material haggadico tradicional. O trabalho mais famoso foi Ladino Me'am rabino Yaakov Kuli de Lo'ez (citando o Salmo 114: "De um povo com uma língua estrangeira"). O primeiro volume deste trabalho enorme de comentários bíblicos apareceu em Istambul, em 1730, e todo só foi concluído cerca de 150 anos mais tarde.
Havia uma cultura folclórica vibrante Ladino na Macedônia e na Yugoslávia, mas o Holocausto nazista dizimou tanto a cultura e aqueles que a praticavam. Ladino ainda é praticada na Turquia moderna. Duas prensas de impressão, La Buena Esperansa e La Puerta orvalho Oriente, iniciada em Esmirna em 1843. Istambul ainda possui um jornal chamado Ladino "Salom" ("Shalom"). Havia uma estimativa de 8000 a primeira língua ladina de falantes na Turquia em 1980 (de cerca de 26.000 judeus).
Entre 50.000 e 80.000 judeus em Israel contemporâneo compreender Ladino, mas muito menos falar que proficientemente. Avner Peretz, diretor do Instituto de Ladino no subúrbio de Jerusalém, Maale Adumim, está coletando trabalhos Ladino e documentar a tradição oral da língua, antes que ele desapareça completamente. Enquanto isso, Israel ainda transmissões de rádio em ladino, e recolhe canções folclóricas Ladino.
Os nativos de ladino estão, infelizmente, morrendo. No entanto, o recente ressurgimento inesperado da tradição musical sefardita, e em particular o Romancero, tanto em Israel e na Diáspora, deu um novo sopro de vida a essa linguagem encantadora e evocativa.

sábado, 8 de maio de 2010

90 Razões para Guardar a Torá (Lei) do Eterno


sexta-feira, 7 de maio de 2010

JUDAICAMISETAS


SHABAT SHALOM!

O Shabat é iniciado ao pôr-do-sol de cada sexta-feira. Deus abençoou o 7º dia - o Shabat - quando repousou, depois de ter completado sua obra de criação. Os judeus seguem a tradição de respeitar esse dia. Durante o Shabat, cria-se uma harmonia familiar e é a oportunidade de interromper o ritmo de vida cotidiano agitado. Todos se cumprimentam com "Shabat Shalom" e no seu final, despedem-se.


segunda-feira, 26 de abril de 2010

Shavua tov - vídeo

Shavua tov - tenham todos uma boa semana na presença do Eterno!


sexta-feira, 23 de abril de 2010

SHABAT SHALOM

Tenham todos um shabat shalom!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

JUDAICAMISETAS - Camisetas Judaicas Online

segunda-feira, 12 de abril de 2010

PROMOÇÃO DE ANIVERSÁRIO TESHUVÁ



Promoção válida até o dia 14 de maio.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Shabat Shalom






http://files.myopera.com/SavedNotFried/blog/Bill.ShabbatShalom3.jpg


terça-feira, 30 de março de 2010

PESSACH SAMEACH

DESEJAMOS A TODOS UM PESSACH SAMEACH NA PRESENÇA DO ETERNO

quarta-feira, 24 de março de 2010

Talmud

http://www.sacralidade.com/imagens/imagens_0026/talmud.jpg 
Talmude (em hebraico: תַּלְמוּד, transl. Talmud) é um registro das discussões rabínicas que pertencem à lei, ética, costumes e história do judaísmo. É um texto central para o judaísmo rabínico, perdendo em importância apenas para a Bíblia hebraica (Torah).

O Talmude tem dois componentes: a Mishná (c. 200 d.C.), o primeiro compêndio escrito da Lei Oral judaica; e o Guemará (c. 500 d.C.), uma discussão da Mishná e dos escritos tanaíticos que frequentemente abordam outros tópicos, e são expostos amplamente no Tanakh.
 O Mishná foi redigido pelos mestres chamados Tannaim ("tanaítas"), termo que deriva da palavra hebraica que significa "ensinar" ou "transmitir uma tradição". Os tanaítas viveram entre o século I e o III d.C. A primeira codificação é atribuída a Rabi Akiva (50 – 130), e uma segunda, a Rabi Meir (entre 130 e 160 d.C.), ambas as versões tendo sido escritas no atual idioma aramaico, ainda em uso no interior da Síria.
Os termos Talmud e Gemarah são utilizados frequentemente de maneira intercambiável. A Guemará é a base de todos os códigos da lei rabínica, e é muito citada no resto da literatura rabínica; já o Talmude também é chamado frequentemente de Shas (hebraico: ש"ס), uma abreviação em hebraico de shisha sedarim, as "seis ordens" da Mishná.

Lei oral

 Originalmente, o estudo acadêmico do judaísmo era oral. Os rabinos expunham e debatiam a lei (isto é, a Bíblia hebraica) e discutiam o Tanakh sem o benefício das obras escritas (além dos próprios livros bíblicos), embora alguns possam ter feito anotações privadas (megillot setarim), por exemplo, a respeito das decisões de cortes. A situação se mudou drasticamente, no entanto, principalmente como resultado da destruição da comunidade judaica no ano de 70 d.C., e os consequentes distúrbios nas normas legais e sociais judaicas. 

À medida que os rabinos foram forçados a encarar uma nova realidade — principalmente a dum judaísmo sem um Templo (para servir como centro de estudo e ensino) e uma Judéia sem autonomia — surgiu uma enxurrada de discursos legais, e o antigo sistema de estudiosidade oral não pôde ser mantida. Foi durante este período que o discurdo rabínico passou a ser registrado na escrita.[1][2] A primeira lei oral registrada pode ter sido na forma dos Midrash, na qual a discussão haláquica está estruturada como comentários exegéticos sobre o Pentateuco. Uma forma alternativa, porém, organizada pelos tópicos de assuntos, em vez dos versos bíblicos, tornou-se dominante por volta do ano 200 d.C., quando o rabino Judá HaNasi redigiu a Mishná (משנה). 

A Lei Oral estava longe de ser monolítica ,variando enormemente entre diversas escolas. As duas mais famosas eram a Escola de Shammai e a Escola de Hillel. No geral, todas as opiniões, mesmo as não-normativas, eram registradas no Talmude. 

 

Mishná

A Mishná ou Míxena, também chamada de Mishná, é uma compilação de opiniões e debates legais. As declarações contidas na Mishná são tipicamente concisas, registrando as opiniões breves dos rabinos debatendo algum tópico, ou registram apenas um veredito anônimo, que aparentemente representava uma visão consensual. Os rabinos registrados na Mishná são chamados de Tannaim. Na medida em que suas leis estão ordenadas pelo assunto dos tópicos, e não pelo conteúdo bíblico, e a Mishná discute cada assunto, individualmente, de maneira mais extensa que os Midrash, e inclui uma seleção muito maior de assuntos haláquicos. A organização da Mish tornou-se, desta maneira, a estrutura do Talmude como um todo. Porém nem todos os tratados da Mishná possuem uma Guemará correspondente. Além disso, a ordem dos tratados do Talmude difere, em muitos casos, da do Mishná.

Baraita

Além da Mixná, outros ensinamentos tanaíticos eram correntes na mesma época, e por algum tempo depois. A Guemará frequentemente se refere a estas declarações tanaíticas, para compará-los àqueles contidos na Mixná e para apoiar ou refutar as proposições dos Amoraim. Todas estas fontes tanaíticas não-mixnaicas são denominadas de baraitot (singular baraita, ברייתא - literalmente "material de fora", se referindo às obras externas ao Mixná). 
Os baraitot citados no Guemará são, frequentemente, citações da Toseftá (um compêndio tanaítico da Halaca, paralela à Mixná) e dos midrashim haláquicos especificamente Mekhilta, Sifra e Sifre. Alguns baraitot, no entanto, são conhecidos apenas por tradições citadas no Guemará, e não formam parte de qualquer outra coleção. 

Guemará 
Nos três séculos que se seguiram à redação da Mixná, os rabinos de Israel e da Babilônia analisaram, debateram e discutiram aquela obra. Estas discussões foram a Guemará (גמרא). A palavra significa "completude", em hebraico, do verbo gamar (גמר), "completar", "aprender". A Guemará se focaliza principalmente na elucidação e elaboração das opiniões dos Tannaim. Os rabinos do Guemará ficaram conhecidos como Amoraim (no singular Amora, אמורא). Boa parte da Guemará consiste de análises legais. 
O ponto de partida para a análise é, costumeiramente, uma declaração legal existente em determinada Mixná. A declaração é então analisada e comparada com outras declarações, numa troca dialética entre dois disputantes (frequentemente anônimos, por vezes metafóricos), que são chamados de makshan ("questionador") e tartzan ("respondendor"). 
Outra função importante da Guemará é identificar a base bíblica correta para determinada lei apresentada na Mixná, assim como o processo lógico que a conecta com outra: esta atividade era conhecidade como talmud, muito antes da existência do Talmude como texto. Estas trocas formam os componentes básicos da Guemará; o nome dado a cada passagem é sugya (סוגיא; plural sugyot). Uma Sugya costumeiramente contém uma elaboração cuidadosamente estudada e detalhada de uma declaração mixnaica. Em determinada sugya, declarações escriturais, tanaíticas e amoraicas, são trazidos para reforçar as diversas opiniões. Ao fazê-lo, a Guemará levanta discordâncias semânticas entre os Tannaim e os Amoraim (frequentemente direcionando o ponto de vista para uma autoridade mais antiga, no sentido de como ele teria respondido a questão), e comparando as visões mixnaicas com as passagens da Baraitá. Raramente os debates são encerrados formalmente; em muitos casos, a palavra final determina a lei prática, embora existam diversas exceções a este princípio. 

Halaca e Agadá 
O Talmude contém um material vasto, que aborda assuntos de naturezas muito diversas. Tradicionalmente, as declarações talmúdicas podem ser classificadas em duas categorias amplas, as declarações haláquicas e agádicas. As declarações haláquicas são aquelas que se relacionam diretamente com as questões da prática e lei judaica (Halaca), enquanto as declarações agádicas são aquelas que não tem qualquer conteúdo legal, sendo de natureza mais exegética, homilética, ética ou histórica. 

Bavli e Yerushalmi 
O processo da Guemará continuou nos dois principais centros do academicismo judaico da época, na Terra de Israel e na cidade de Babilônia, grande centro da Mesopotâmia. De maneira correspondente, os dois corpos de análise se desenvolveram separadamente, e as duas obras do Talmude foram criadas. 
A compilação mais antiga é chamada de Talmude de Jerusalém (Talmud Yerushalmi). Foi compilado em Israel, durante o século IV d.C.. Já o Talmude Babilônico (Talmud Bavli), foi compilado ao redor do ano 500, embora tenha continuado a ser editado posteriormente. A palavra "Talmude", quando utilizada sem qualquer qualificação, costuma se referir ao Talmude Babilônico.

terça-feira, 23 de março de 2010

Confira as novas Camisetas com temas sobre Pessach

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segunda-feira, 22 de março de 2010

Provérbio Judaico

"Uma árvore não pode ser derrubada com um só golpe."

do Pensamento Hassídico.
 


quinta-feira, 18 de março de 2010

Charosset - Pasta doce para Pessach

Olá Pessoal, Segue mais uma receitinha para Pessach. Espero ter ajudado!


CHAROSSET - Pasta Doce para Pessach

INGREDIENTES:

1 KG MAÇÃ VERMELHAS SEM CASCA E SEM CAROÇO (CERCA DE 6 MAÇÃS)
2/3 XICARA DE NOZES
3 COLHERES DE SOPA DE AÇÚCAR
½ COLHER DE CHÁ DE CANELA PÓ
4 COLHERES DE SOPA DE VINHO TINTO

MODO DE FAZER:

RALAR AS MAÇÃS, TRITURAR AS NOZES E MISTURAR TUDO.

RENDIMENTO: RENDE 10 PORÇÕES

sexta-feira, 12 de março de 2010

Shabat Shalom!



"Lembra e Guarda"
Dez Mandamentos foram pronunciados naquele dia no Sinai, dez mitsvot que formam o âmago da Torá. O quarto mandamento era sobre o Shabat:
"Lembrem do dia do Shabat para santificá-lo. Seis dias trabalhem e realizem toda a sua obra; mas no sétimo dia é um Shabat para o Eterno seu Elohim; não trabalharão – nem você, nem seu filho, nem sua filha, seu servo, sua criada, seu animal, nem o viajante que estiver em suas cidades. Pois [em] seis dias Elohim fez o céu e a terra, o mar e tudo que há neles, e Ele descansou no sétimo dia. Portanto, o Eterno abençoou o Shabat e o santificou." (Shemot 19:17-20:1; 20:8-11)

Quando Moshê (Moises) revisou os Dez Mandamentos (em Devarim 5), o quarto mandamento começa: "Guarda o dia do Shabat…" O Talmud explica: "Zachor (lembra) e Shamor (guarda) foram ditos por Elohim num único pronunciamento – algo que a boca humana não pode articular e o ouvido humano não consegue ouvir…"

Nós nos lembramos do Shabat ao proclamar sua santidade sobre um copo de vinho no Kidush e na Havdalá; guardamos o Shabat abstendo-nos de trabalhar. Porém os aspectos "positivos" e "negativos" do Shabat são únicos – duas faces de sua essência singular – como é demonstrado pelo pronunciamento Divino duas-em-uma.



"Que o teu Shabat seja um momento agradável na Presença da Ruach HaElohim (Espirito do Eterno).!" 

quarta-feira, 10 de março de 2010

Decreto Islâmico Condena os Terroristas Suicidas


Decreto Islâmico Condena os Terroristas Suicidas
O líder de um movimento islâmico mundial emitiu uma ‘fatwa’, ou um decreto religioso, pelo qual ele conclama para uma condenação absoluta do terrorismo. Muhammad Tahir-ul-Qadri, um ex-parlamentar paquistanês diz que a ‘fatwa’ de 600 páginas proíbe atentados suicida "sem desculpas ou explicações, pretextos ou exceções". "Eles não podem alegar que os seus atentados suicidas são operações de martírio e que eles se tornam os heróis da nação muçulmana" disse Qadri numa conferência para a imprensa em Londres. "Não, eles se tornam heróis do fogo do inferno, e eles estão caminhando para o inferno".
Qadri também criticou severamente Osama Bin Laden da rede al-Qaeda, se referindo a ele como um "antigo mal com um novo nome" e afirmando que ele ainda não foi contestado de forma adequada até o momento. "Não há lugar para qualquer martírio e seu ato nunca, nunca deve ser considerado como ‘jihad’" disse ele. Tahir-ul-Qadri emitiu decretos semelhantes e menores, mas o evento na terça-feira em Londres foi divulgado pela Fundação Quilliam, um organismo custeado pelo governo de reflexão ao anti-extremismo e que atraiu a atenção da mídia. Este erudito religioso é o fundador da Minhaj-ul-Quran, um movimento mundial que promove o Islã tolerante e não político. O grupo tem centenas de milhares de seguidores ao redor do mundo, a maioria deles no Paquistão ou de paquistaneses que vivem em outros países.

Fonte: RUA JUDAICA

segunda-feira, 8 de março de 2010

Pessach

Pessach (do hebraico פסח, ou seja, passagem), também conhecida como Páscoa judaica, é o nome do sacríficio executado em 14 de Nissan segundo o calendário judaico e que precede a Festa dos Pães Ázimos (Chag haMatzot). Geralmente o nome Pessach é associado a esta festa também, que celebra e recorda a libertação do povo de Israel do Egito, conforme narrado no livro de Shemot (Êxodo).
De acordo com a tradição, a primeira celebração de Pessach ocorreu há 3500 anos, quando de acordo com a Torá, Deus enviou as Dez pragas do Egito sobre o povo do Egito. Antes da décima praga, o profeta Moisés foi instruído a pedir para que cada família hebréia sacrificasse um cordeiro e molhasse os umbrais (mezuzót) das portas com o sangue do cordeiro, para que não fossem acometidos pela morte de seus primogênitos.
Chegada a noite, os hebreus comeram a carne do cordeiro, acompanhada de pão ázimo e ervas amargas (como o rábano, por exemplo). À meia-noite, um anjo enviado por Deus feriu de morte todos os primogênitos egípcios, desde os primogênitos dos animais até mesmo os primogênitos da casa do Faraó. Então o Faraó, temendo ainda mais a Ira Divina, aceitou liberar o povo de Israel para adoração no deserto, o que levou ao Êxodo.
Como recordação desta liberação, e do castigo de Deus sobre Faraó foi instituído para todas as gerações o sacríficio de Pessach.
É importante notar que Pessach significa a passagem, porém a passagem do anjo da morte, e não a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho ou outra passagem qualquer, apesar do nome evocar vários simbolismos.
Um segundo Pessach era celebrado em 14 de Iyar,para que pessoas que na ocasião do primeiro Pessach estivessem impossibilitadas de ir ao Tabernáculo, fosse por motivos de impureza , ou por viagem .


Celebração da Pessach na época do Segundo Templo

Pessach caracterizava-se por ser uma das três festas de peregrinação ao Templo de Jerusalém. Um mês antes da festividade, Jerusalém tinha suas estradas reformadas e poços restabelecidos para garantir o conforto dos peregrinos. Geralmente todos aqueles que distanciavam trinta dias de jornada de Jerusalém vinham para as festividades, o que aumentava a população de cerca de 50 mil para cerca de três milhões. Estes peregrinos geralmente hospedavam-se na cidade e cidades vizinhas, acampando ou em casa de conhecidos.
Em 14 de Abib, pela manhã, o chametz (alimento fermentado) era eliminado e os sacerdotes do Templo preparavam-se para Pessach. O trabalho secular encerrava-se ao meio dia e iniciavam-se os sacríficios à quinze horas. A oferenda de Pessach constituia-se de cordeiros ou cabritos, machos, de um ano de idade, e abatidos pela família (era permitido um cordeiro por família) em qualquer lugar no pátio do Templo. O shochet efetuava o abate, e sangue era recolhido pelos cohanim em recipientes de prata e ouro, que passavam de um para outro até o cohen próximo ao altar, que derramava o sangue na base deste altar. O recipiente vazio depois retornava para novo uso. Estes recipientes não podiam possuir fundo plano par evitar a coagulação do sangue. Em seguida, o animal era pendurado e esfolado, e aberto tinha suas entranhas limpas de todo e qualquer excremento. A gordura das entranhas, o lóbulo do fígado, os dois rins com a gordura sobre estes e a cauda até a costela eram retirados e colocados em um recipiente, salgados e queimados sobre o altar.
As oferendas de Pessach eram feitas em três grupos com cada um de no mínimo trinta homens .O primeiro grupo deveria entrar e quando o pátio do Templo estivesse cheio ,os portões eram fechados .Os levitas entoavam o Halel e repetiam-no (se necessário) até que todos houvessem sacrificado seus animais .A cada vez que o Halel era entoado os cohanim tocavam três toques de shofar: Tekiá, Teruá e Tekiá.Após a oferenda queimada das partes do sacríficio , os portões eram abertos , o primeiro grupo saia ,e entrava o segundo e iniciava-se novamente o processo .E assim com o terceiro grupo .Após todos terem saído ,lavava-se o pátio da sujeira que ali acumulara .Um duto de água atravessava o pátio do Templo e havia um lugar por onde ele saía. Quando se queria lavar o chão era fechada a saída e a água transbordava inundando o recinto .Depois abria-se a saída e a água saia com todas as sujeiras acumuladas, ficando o chão completamente limpo .
Deixando o templo, cada família carregava seu animal sacrificado e o assava , fazendo em suas casas uma ceia festiva ,onde todos se vestiam de branco. Esta ceia seguia os príncipios do atual sêder de Pessach,com exceção da inclusão do cordeiro pascal. Após a ceia, muitos iam para as ruas festejar, enquanto outros iam para o Templo, que abria suas portas à meia-noite.
Com a destruição do Segundo Templo, a impossibilidade de haver um local de reunião e sacrifício tornou inviável a continuação dos sacríficios de cordeiros. Inicia-se então a transformação de Pessach em uma noite de lembranças, sem o sacrifício pascal.

Observâncias da Pessach após a destruição do Segundo Templo

Pessach é hoje uma festa central do Judaísmo e serve como uma conexão entre o povo judeu e sua história. Antes do ínicio da festa, os judeus removem todos os alimentos fermentados (chamados chametz) de seus lares e os queimam. Não é permitido permanecer com chametz durante a Pessach. Os objetos de chametz são escondidos, e outros, passíveis de um processo de casherização são mantidos, os utilizados para cozinhar passam pelo fogo, e os de comidas frias passam pela água. É proibido realizar qualquer trabalho depois de meio-dia de 14 de Nissan, ainda que um judeu possa permitir que um goy realize este trabalho.
A festa de Pessach é antes de tudo uma festa familiar, onde nas primeiras duas noites (somente na primeira em Israel) é realizado um jantar especial chamado de Sêder de Pessach. Desta refeição somente devem participar judeus e gentios convertidos ao judaísmo. Neste sêder a história do Êxodo do Egito é narrada, e se faz as leituras das bençãos, das histórias da Hagadá, de parábolas e canções judaicas. Durante a refeição, come-se pão ázimo e ervas amargas, e utiliza-se roupa de sair para lembrar-se do "sair apressado da terra do Egito".


O Seder de Pessach

A cada geração cada ser humano deve se ver como se ele pessoalmente tivesse saído do Egito. Pois está escrito: "Você deverá contar aos seus filhos, neste dia, "D'us fez estes milagres para mim, quando eu saí do Egito..."
Mesa preparada para a realização do Seder de Pessach.

Esta é a ordem a ser seguida no Sêder de Pessach:
  • Kadesh (קדש - santificação) - Recitação do kidush e a ingestão do primeiro copo de vinho.
  • Urchatz (ורחץ - lavagem) - Lavagem de mãos.
  • Karpas (כרפס) - Mergulha-se karpas (batata, ou outro vegetal), em água salgada. Recita-se a benção e a karpas é comida em lembrança às lágrimas do sofrimento do povo de Israel .
  • Yachatz (יחץ - divisão da matzá) - A matzá é partida ao meio e embrulha-se o pedaço maior e separando-o de lado para o Afikoman .
  • Maguid (מגיד - conto) - Conta-se a história do êxodo do Egito e sobre a instituição de Pessach.Inclui a recitação das "Quatro perguntas" e bebe-se o segundo copo de vinho.
  • Rachatzá (רחצה - lavagem) - Segunda lavagem de mãos.
  • Motzi Matzá (מוציא מצה)- O chefe da casa ergue os três pedaços de matzá e faz as bençãos das matzot .As matzot são partidas e distribuídas.
  • Maror (מרור -raiz forte) - São comidas as raízes fortes relembrando a escravidão e o sofrimento dos judeus no Egito.
  • Korech (כורך -sanduíche) - Faz-se um sanduíche com a matzá, maror e charosset.
  • Shulchan Orech (שולחן עורך)- É realizada a refeição festiva.
  • Tzafon (צפון - escondido) - Aqui é comida a matzá que havia sido guardada.
  • Barech (ברך - Bircat HaMazon) - É recitada a benção após as refeições.Bebe-se o terceiro copo de vinho.
  • Halel (הלל -louvor) - Salmos e cânticos são recitados. Bebe-se o quarto copo de vinho.
  • Nirtza (נירצה - ser aceito) - Alguns cânticos são entoados e têm-se o costume de finalizar o jantar com os votos de LeShaná HaBa'á B'Yerushalaim - "Ano que vem em Jerusalém" como afirmação de confiança na redenção final do povo judeu.
Afikoman - Afikoman refere-se à matzá escondida em Yachatz ,comida ao final da refeição.


Chag Matzot

Matzá, pão sem fermento utilizado na comemoração de Pessach.
 
Chag Matzot (festa dos pães ázimos) é o nome dado ao sete dias de comemoração após Pessach. De acordo com a Torá é proibido ingerir chametz durante este período.
Sete dias você comerá matzot, mas no primeiro dia manterá a levedura fora de sua casa; porque aquele que comer pão fermentado será cortado do povo de Israel.
O primeiro dia será uma festa, e o sétimo dia será uma festa; nenhuma forma de trabalho será feita, exceto o trabalho que gera alimentação.
Observe este dia de uma geração em geração para sempre. No décimo quarto dia do primeiro mês ao por do sol comerás pão sem levedura, até o vigésimo primeiro dia do mês à noite. (Êxodo, 12: 14-18)
E Moisés disse ao povo: Lembre-se deste dia no qual saiu do Egito, da escravidão; pois por força de sua mão, D'us te tirou daquele lugar, e nenhum pão fermentado será comido. Você está se libertando neste dia do mês de Abib. Assim, quando D'us o levar para a terra dos Canaanitas, dos Hititas, dos Amoritas, dos Hivitas, e dos Jebuseus, que Ele jurou a seus pais lhes dar, uma terra onde flui o leite e o mel, você manterá este serviço neste mês. Sete dias você comerá pão sem levedura, e no sétimo dia será uma festa de homenagem a D'us. ( Êxodo 12, 3-6)


Curiosidades

  • É costume se estudar as leis referentes a Pessach trinta dias antes da festividade.
  • Em Israel, é fornecida farinha e outras necessidades aos pobres para que nada lhes falte em Pessach. O dinheiro para estas necessidades é originado de um imposto à comunidade.
  • Os primogênitos devem jejuar na véspera do Seder para relembrar a salvação dos primogênitos das pragas do Egito.As sinagogas costumam executar um Sium Massechet (término de estudo de uma Guemara) ,onde o primogênito que presencie o Sium não precise realizar o jejum.
  • Os judeus caraítas defendem que a palavra Pessach seja utilizada apenas em referência ao sacríficio , e não à festividade de Chag haMatzot.
  • Os judeus samaritanos ,que defendem a santidade do monte Gerizim continuam realizando os sacríficios pertinentes à Pessach até os dias de hoje.
  • Como não é economicamente viável jogar fora vários chametz, como por exemplo bebidas alcoólicas derivadas de cerais e de alto valor, como whisky, existe uma forma tradicional de venda do chametz, a Shetar harshaá.

fonte: wikipedia